Vejam só como se mata um hino nacional…..
Arquivo de ago, 2009
Gripe Suína prevalece no mundo!
Gripe suína ultrapassa gripe comum em número de novos casos no mundo
O vírus H1N1, causador da gripe suína, que causou cerca de 2.200 mortes em 177 países, tornou-se o vírus da gripe dominante no mundo, superando o da gripe sazonal (comum), anunciou nesta sexta-feira a OMS (Organização Mundial de Saúde).
Nos diferentes lugares nos quais se propagou ficou “comprovado que o vírus pandêmico H1N1 se instalou rapidamente e se converteu na cepa de gripe dominante em grande parte do mundo”, explicou a OMS em um comunicado.
Até agora, a organização considerava “provável” um domínio do H1N1 a partir do próximo inverno no hemisfério Norte. Segundo os dados publicados pela OMS nesta sexta-feira, a primeira pandemia do século 21 causou a morte de “pelo menos 2.185 pessoas” e 209.438 enfermos em mais de 177 países.
A OMS destaca a capacidade de propagação do vírus que terá uma segunda onda atingindo o hemisfério Norte, com a chegada de uma estação mais fria. Entre as boas notícias, nota que as redes de laboratórios que acompanham o vírus não constataram mutação para uma “forma mais virulenta ou mortal”.
Além disso, assinala que “uma enorme maioria dos doentes vêm sendo contaminada por uma forma mais benigna da doença”. A OMS previne que em relação à rapidez de propagação, um “grande número de pessoas em todos os países são suscetíveis de contrair” esta gripe, o que poderá ter consequências mais significativas que as observadas durante a primeira onda da doença, na primavera (Hemisfério Norte).
Um dos problemas antecipados pela organização é uma sobrecarga nos serviços de saúde, devido a casos graves. Entre estes últimos, uma proporção importante diz respeito a jovens e a pessoas com boa saúde, o que difere da gripe sazonal. A OMS destacou que em algumas cidades do Hemisfério Sul, 15% das pessoas hospitalizadas tiveram necessidade de receber cuidados intensivos.
Salvar a vida das pessoas gravemente atingidas “dependerá da grande qualidade dos serviços de cuidados intensivos” que serão confrontados a permanências mais longas e caras, explica a organização.
Lembra que as que apresentam mais risco são as com imunidade baixa. As mulheres grávidas estão no topo da lista, o mesmo acontecendo com os que apresentem riscos cardiovasculares, asma, diabete ou que sejam obesas.
Atualmente, a pandemia parece diminuir na maioria dos países do hemisfério Sul (Chile, Argentina, Nova Zelândia e Austrália), o que não é o caso em nações situadas em regiões tropicais (Ásia e América Central), onde a propagação permanece em “nível elevado”. No hemisfério Norte, a propagação da gripe H1N1 “permanece globalmente fraca” com exceção do Japão.
Segundo o relatório, o oseltamivir, princípio ativo do antiviral Tamiflu, continua sendo eficiente contra o vírus, com exceções apenas em casos esporádicos.
As informações são do site A Folha. disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u616338.shtml
Novo avião solar tem autonomia de 5 anos de voo
Empresa dos EUA desenvolve avião com autonomia de voo de cinco anos
A asa em forma de Z, com 150 metros de envergadura, será reajustável durante o voo, para que possa absorver o máximo possível de energia do sol.

Voando à noite, com as asas estendidas.

Odysseos acumulando energia solar
A Odysseus deverá acumular a energia do sol durante o dia e usá-la para continuar seu voo durante a noite. Na ocasião, a asa tomará uma forma plana, diminuindo sua resistência ao ar e, portanto, consumindo menos energia.
A aeronave não tripulada está sendo projetada para voar a altitudes de 18 mil a 27 mil metros, e deverá ser utilizada para missões de reconhecimento, comunicações e monitoramento ambiental no âmbito de pesquisas sobre mudanças climáticas.
A empresa Aurora Flight Sciences está desenvolvendo a aeronave dentro do programa “Vulture”, que tem apoio da BAE Systems, C.S. Draper Laboratories e Sierra Nevada Corporations.
Os pesquisadores divulgaram o desenho da aeronave. O protótipo deve ficar pronto em cinco anos.
Fonte: Uol. http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/08/25/ult2282u1769.jhtm
Nova linha do Metrofor entra em estudo
O estudo de viabilidade do projeto que prevê a passagem de metrô pelos bairros Aldeota e Cocó deve ficar pronto em até Novembro
Está em fase final de análise o projeto da nova rota do Metrofor que pode mudar a cara do trânsito em Fortaleza. Em um percurso subterrâneo que contempla a passagem do metrô por bairros como Aldeota, Cocó e Água Fria, a Linha Leste surge como esperança para aliviar o fluxo engarrafado de veículos nessa região. Técnicos da Companhia de Transportes Metropolitanos do Ceará trabalham para que até outubro o estudo de viabilidade do projeto esteja pronto.

Infográfico Metrofor
Se o estudo concluir que a implantação desse trecho é viável, a Companhia iniciará a busca por recursos para financiar a nova linha, que prevê como ponto de partida a Estação João Felipe, no Centro de Fortaleza. Dali, o percurso seguiria pela avenida Santos Dumont e teria como destino final a Universidade de Fortaleza (Unifor), na avenida Washington Soares.
Informações repassadas pela assessoria de imprensa da Companhia salientam que nesse trajeto o metrô passaria por pontos de referência como universidades, hospitais e shopping centers da Capital, percorrendo uma distância total de 10 quilômetros.
De acordo com o secretário de Infraestrutura do Estado, Adail Fontenele, a prioridade do momento é a conclusão das obras da Linha Sul do metrô (que vai de Pacatuba ao Centro de Fortaleza), mas são boas as possibilidades de a Linha Leste virar realidade após a Copa do Mundo de 2014. No entanto, faz ressalvas. “Esse novo trecho é muito importante e nós temos a intenção de executá-lo daqui uns cinco anos. O que emperra a sua execução é o alto custo dele”, diz.
O secretário estima que seriam necessários cerca de R$ 2 bilhões para bancar o projeto. “Esse valor é bem mais alto do que todo o projeto Metrofor (orçado atualmente em R$ 1,44 bilhão). A partir do início das obras, essa linha ficaria pronta em uns três ou quatro anos”, avalia.
O diretor de gestão empresarial da Companhia de Transportes Metropolitanos do Ceará, Edilson Aragão, é mais otimista e diz que os custos das obras dessa linha podem ser reduzidos “de forma significativa” se, ao invés de subterrâneo, o trecho for feito por meio de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), uma espécie de bonde moderno que funciona nas ruas – visto com frequência em cidades da Europa. “Além de mais barato, o VLT é um sistema que pode conviver perfeitamente com os carros nas avenidas”, argumenta o gestor.
Na avaliação do diretor de trânsito da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania de Fortaleza (AMC), Carlos Henrique Pires, a Linha Leste ajudaria a corrigir um problema histórico do projeto original do Metrofor, que considera o Centro como área principal de referência. “Essa área de cobertura da Linha Leste é a que apresenta as maiores cargas de engarrafamento da Capital. Com o metrô passando por lá, com certeza teríamos uma fluxo de veículo mais ameno”, comenta.










