Pesquisadores brasileiros encontraram o fóssil de um predador pré-histórico em excelente estado de conservação no município gaúcho de Dona Francisca, a 260 quilômetros de Porto Alegre. O réptil, classificado como um Prestosuchus chiniquensis, viveu há 240 milhões de anos, antes do aparecimento dos dinossauros. Segundo os cientistas, é o fóssil mais bem conservado do maior predador do Triássico médio.
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Fóssil de megapredador pré-histórico é encontrado no RS
Engenheiros e neurologistas espanhóis e americanos desenvolvem um sensor capaz de interpretar à distância o pensamento humano e que, ao ser instalado em um boné ou um capacete, como se fosse uma roupa inteligente, poderá decodificar a intencionalidade do cérebro.
O objeto foi pensado para ser aplicado em pessoas com incapacidade neurológica e no controle de unidades robotizadas, explicou em comunicado a Universidade Politécnica de Cartagena (UPCT), cujo grupo de Neurotecnologia, Controle e Robótica (Neurocor) colabora no projeto.
No texto, o professor da UPCT Juan López Coronado, responsável do grupo de pesquisa, explica que o dispositivo permite decodificar a intencionalidade do ser humano através de sensores não invasivos conectados ao córtex cerebral.
Os sensores, cuja conexão é realizada sem necessidade de perfurar a região craniana, podem chegar a interpretar aspectos básicos do pensamento com a ajuda de complexos softwares.
Segundo López Coronado, entre duas pessoas que usem o sensor instalado em um boné ou um capacete, uma delas poderá interpretar com antecipação que a outra pretende apertar sua mão para cumprimentá-la.
Entre as aplicações do projeto, que será desenvolvido pelos próximos três anos, estão a monitoração de pessoas com incapacidades neurológicas e idosos, e o controle à distância de ações robotizadas para evitar acidentes.
Tratamento alternativo para psoríase
Pacientes ficam 21 dias em spa na Turquia cumprindo sessões terapêuticas.
Espécie de carpa se alimenta da pele lesionada.
O peixe garra rufa, conhecido como “peixe médico” ou “doctor fish”, se alimenta da pele de portadores de psoríase em um spa em Kangal, na Turquia. A psoríase é uma doença inflamatória da pele.

Garra rufa se alimenta da pele de portadores de psoríase em um spa em Kangal, na Turquia
Ela provoca descamação em várias partes do corpo – até nas unhas. A doença é genética e não contagiosa. Seu agravamento está relacionado a situações de estresse. Não tem cura, mas pode ser controlada.
Tradição turca, o tratamento é considerado efetivo contra a doença crônica. A água das fontes minerais também é considerada capaz de auxiliar no tratamento das lesões.
Kangal recebe portadores de psoríase, que ficam em spas durante 21 dias, mergulhando nas piscinas duas vezes por dia para sessões de 4 horas.
A Polícia Civil de São Paulo usou o termo “Garra Rufa” em setembro do ano passado para batizar uma operação. A ação prendeu uma quadrilha que usava atestados forjados para conseguir liminares obrigando o governo a fornecer medicamentos de alto custo a pacientes – e falsos pacientes – ligados a uma ONG.










