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Santo Sudário: Farsa ou Realidade?

Publicado por Charles Ielpo Em 05/10/2009

ROMA (Reuters) – Um cientista italiano afirma ter reproduzido o Santo Sudário, um feito que, segundo ele, prova definitivamente que o linho reverenciado por alguns cristãos como a roupa de enterro de Jesus Cristo é uma farsa medieval.

A coberta carrega a imagem, estranhamente invertida como um negativo fotográfico, de um homem crucificado que alguns acreditam ser Cristo.

“Mostramos que é possível reproduzir algo que tem as mesmas características do Sudário”, disse nesta segunda-feira Luigi Garlaschelli, que deve ilustrar os resultados em conferência sobre o paranormal neste fim de semana no norte da Itália.

Professor de química orgânica da Universidade de Pavia, Garlaschelli mostrou à Reuters o papel que ele entregará e as fotografias que acompanham a comparação.

O Santo Sudário mostra a frente e as costas de um homem barbudo com um cabelo comprido, com braços cruzados no peito, enquanto a roupa inteira é marcada pelo que parecem ser filetes de sangue de ferimentos nos pulsos, pés e lados.

Testes de data por carbono feitos por laboratórios em Oxford, Zurique e Tucson, Arizona em 1998 causaram sensação por datarem o sudário entre 1260 e 1390. Os céticos disseram que era um trote, possivelmente para atrair o rentável negócio da peregrinação medieval.

Mas cientistas se encontram, até agora, perdidos em explicar como a imagem foi deixada na roupa.

fonte: Yahoo Brasil. http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/091005/entretenimento/cultura_ciencia_santo_sudario_1

Baterias: tudo o que você precisa saber sobre elas – Parte 3

Publicado por Charles Ielpo Em 03/10/2009
  • Cuidando de sua bateria:

bateria5Todo e qualquer equipamento eletrônico pode ter a sua duração prolongada se ele recebe as devidas precauções por parte de quem o manuseia. Com as baterias, independente dos equipamentos em que são utilizadas, isso é exatamente igual. Conhecer a bateria que você utiliza e ler no manual de instruções informações a seu respeito já são grandes ferramentas para isso.

Algumas outras precauções podem ser tomadas, como por exemplo:

• Ao carregar uma bateria, faça isso em local arejado, pois o equipamento dissipa mais calor que o normal durante este processo e caso esteja “sufocado” poderá acabar queimando.

• Evite deixar que a bateria chegue a 0% de carga para recarregá-la. Todos os dispositivos que utilizam bateria possuem um medidor e o melhor momento para iniciar uma nova carga é quando esta chega a 20% ou 30% do seu total. Realize uma descarga total uma vez a cada 30 (valor aproximado) descargas parciais.

• Evite expor a bateria a altas temperaturas, pois isto, além de descarregá-las mais rápido, pode também danificá-las permanentemente.

• Não armazene uma bateria sem uso, totalmente carregada ou descarregada, por muito tempo. Isso também pode causar danos permanentes e até mesmo o não funcionamento do equipamento. Se necessitar guardar a bateria, faça isso em um local menos úmido o possível e também

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Baterias: tudo o que você precisa saber sobre elas – Parte 2

Publicado por Charles Ielpo Em 03/10/2009
  • O que é o Efeito Memória?

bateria4Este é o nome dado ao que popularmente se chama de “viciar” a bateria. Isso não ocorre mais nas baterias Li-Ion, é mais difícil ocorrer nas de Ni-MH e nas de NiCd é praticamente regra. Isso se deve basicamente ao “mau” uso do equipamento. A principal causa é, sem dúvida, recarregar a bateria sem que ela tenha gasto toda sua carga ou então retirá-la da carga sem que esta esteja terminada por completo.

Se você não sabe de que tipo é a sua bateria, verifique na própria bateria ou então no manual do aparelho, pois lá com certeza conterá esta informação. Se a sua bateria é de Li-Ion, pode ficar despreocupado, afinal ela não terá este tipo de problema e não será danificada por ciclos de carga incompletos. Agora se for de Ni-MH ou NiCd, aí é melhor você ficar atento para como ocorrem as cargas e descargas do aparelho.

O principal “efeito” do vício de bateria pode ser notado quando o marcador de bateria indica carga cheia e “de repente” ele está quase vazio e seu celular indica bateria fraca. Isso é causado pelo dano do efeito memória que se dá da seguinte maneira: carregar a bateria com determinada quantidade de carga ainda presente fará com que o equipamento “se acostume” a receber somente uma porcentagem parcial de sua carga total, ou seja, ele se ficará “viciado”.

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Baterias: tudo o que você precisa saber sobre elas – Parte 1

Publicado por Charles Ielpo Em 03/10/2009

Celulares e notebooks estão com preços mais acessíveis do que há alguns anos, o que permite um acesso maior ainda das pessoas a estas tecnologias. Com isso, surgem sempre muitas dúvidas sobre estes eletrônicos e um dos pontos mais controversos são as baterias. Sem elas não existiriam equipamentos portáteis, afinal, desde as pilhas alcalinas utilizadas em walkmans até as modernas baterias de íon-lítio presentes em notebooks e telefones celulares, elas servem como fonte de energia para que aparelhos possam ser desligados da tomada e carregados por aí.

Sem levarmos em conta as tradicionais pilhas, existem três principais tipos de baterias no mercado. Em ordem de surgimento elas são as seguintes: baterias de níquel-cádimo, baterias de hidreto metálico de níquel e, por fim, baterias de íon-lítio. Saiba agora as diferenças existentes entre cada modelo.

  • Baterias de níquel-cádmio (NiCd)

bateria1Esta bateria remonta aos primórdios dos dispositivos de armazenamento de energia recarregáveis, pois ela foi o primeiro tipo de bateria a suportar uma nova carga, o que gerou um significativo avanço neste ramo. Nas baterias NiCd os pólos negativo e positivo encontram-se no mesmo recipiente, sendo o pólo positivo coberto por hidróxido de níquel e o negativo por cádmio. Apesar de inovadoras, as baterias de NiCd são consideradas ultrapassadas, tendo sido substituídas pelos outros dois modelos citados anteriormente.

Elas ainda existem no mercado em aparelhos mais antigos, porém, não aparecem em novos equipamentos pelo fato de terem uma vida útil relativamente curta.

Além disso, estas baterias sofrem com o chamado “efeito memória”, ou seja, a bateria deixa de ser carregada por completo, mesmo o seu marcador indicando o contrário.

Isso se deve principalmente ao ato de recarregar a bateria com ela não totalmente descarregada, o que acaba “viciando-a” a uma carregar somente uma quantia de energia bem menor do ela é capaz.

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Tratamento alternativo para psoríase

Publicado por Charles Ielpo Em 10/08/2009

Pacientes ficam 21 dias em spa na Turquia cumprindo sessões terapêuticas.
Espécie de carpa se alimenta da pele lesionada.

O peixe garra rufa, conhecido como “peixe médico” ou “doctor fish”, se alimenta da pele de portadores de psoríase em um spa em Kangal, na Turquia. A psoríase é uma doença inflamatória da pele.

Garra rufa se alimenta da pele de portadores de psoríase em um spa em Kangal, na Turquia

Garra rufa se alimenta da pele de portadores de psoríase em um spa em Kangal, na Turquia

Ela provoca descamação em várias partes do corpo – até nas unhas. A doença é genética e não contagiosa. Seu agravamento está relacionado a situações de estresse. Não tem cura, mas pode ser controlada.

Tradição turca, o tratamento é considerado efetivo contra a doença crônica. A água das fontes minerais também é considerada capaz de auxiliar no tratamento das lesões.

Kangal recebe portadores de psoríase, que ficam em spas durante 21 dias, mergulhando nas piscinas duas vezes por dia para sessões de 4 horas.

A Polícia Civil de São Paulo usou o termo “Garra Rufa” em setembro do ano passado para batizar uma operação. A ação prendeu uma quadrilha que usava atestados forjados para conseguir liminares obrigando o governo a fornecer medicamentos de alto custo a pacientes – e falsos pacientes – ligados a uma ONG.

Fonte: Canal G1. http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1261527-5603,00 TURQUIA+MANTEM+TRADICAO+DE+TRATAR+PSORIASE+COM+PEIXE+MEDICO.html

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